sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Brinquedos

 
 
Hoje meu pequeno viu o irmão brincando com um jogo de tabuleiro que eu fiz com ele (isso mesmo, peguei 4 folhas de papel A4, desenhei as casas e ele desenhou) e falava sem parar: Qeo jogá! Qeo jogá! Mais que depressa sentou-se ao lado do irmão pra prestar atenção. Lindo não é? O que a presença de um irmão mais velho não faz.
Porém, um dia desses, ele usou a vassoura como cavalinho! Alguém lembra dos cavalinhos de pau que a gente brincava? Vou desabafar: tomei um baita susto. Logo fiquei imaginando da onde ele havia tirado essa ideia, já que ele não vê ninguém brincando assim. E também lembrei-me das minhas brincadeiras simples, sem televisão e eletrônicos. Intrigada ainda fui ler pra tentar entender a fase que ele está. Achei alguns textos, mas o que explicou melhor, ao meu ver, foi esse artigo.
 
Para uma criança muito pequena os objetos têm força motivadora, determinando o curso de sua ação, já na situação de brinquedo os objetos perdem essa força motivadora e a criança, quando vê o objeto, consegue agir de forma diferente em relação ao que vê, pois ocorre uma diferenciação entre os campos do significado e da visão, e o pensamento que antes era determinado pelos objetos do exterior, passa a ser determinado pelas ideias. A criança pode, por exemplo, utilizar um palito de madeira como uma seringa, folhas de árvore como dinheiro, enfim, ela pode utilizar diversos materiais que venham a representar uma outra realidade.
 
Fonte: scelisul.com.br
 
Para acessar o site e ler um pouco mais, clique: artigo de graduação

 
 

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