quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Músicas infantis

Hoje foi um dia cheio de música aqui em casa. Meus dois meninos adoram música. E essa é uma das grandes diferenças entre meninos e meninas. Elas dançam bastante, enquanto eles, ou ainda a grande maioria dos meninos, não dançam como elas. Meu pequeno, por exemplo, dança, mas pula amis que outra coisa. E quando realmente gosta da música, bate palmas. 
Ele começou com a Galinha Pintadinha. Que mãe que tenha filhos de até 4 anos nunca ouviu, ou nunca cansou de ouvir as músicas dessa galinha azul cheia de bolas? Confesso que já não aguento mais. No início era bem bonitinho, afinal a grande maioria das músicas são canções folclóricas do Brasil. Eu ainda prefiro ela de mil a Xuxa, que foi o que o meu filho mais velho adorava (tinha que repetir um zilhão de vezes a música do Tchutchucão).
 
Galinha Pintadinha
 
Mas mexendo e arrumando as coisas do meu filho mais velho, achei uns CDs que me salvaram desse "inferno azul de bolas": Palavra Cantada! Não pensei duas vezes e coloquei. Meu pequeno ADOROU! Quer ouvir sempre. Nisso, procurei vídeos e meu marido comprou um brinquedo com algumas músicas deles. Bingo! Hoje ele só sabe pedir Palavra Cantada! Quem não conhece, vale muito dar uma conferida.
 
Palavra Cantada - Gotinha em gotinha
 
 
A minha infância foi na década de 80, então sou do tempo do Balão Mágico! Ah, como era bom! Sei cantar as músicas até hoje. E, como gosto muito e tenho um CD de coletânea das melhores, também coloco pra eles. "Super fantástico amigo, as músicas são asas das imaginação...", "sou feliz, por isso estou aqui...", tudo isso que, pra mim, faz parte de uma infância saudável.
 
Balão Mágico - Amigos do peito
 
Mas, o mais importante ao meu ver, é estar junto participando, ouvindo, dançando e brincando com eles, ensinando o que realmente é bom.

 

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Brinquedos

 
 
Hoje meu pequeno viu o irmão brincando com um jogo de tabuleiro que eu fiz com ele (isso mesmo, peguei 4 folhas de papel A4, desenhei as casas e ele desenhou) e falava sem parar: Qeo jogá! Qeo jogá! Mais que depressa sentou-se ao lado do irmão pra prestar atenção. Lindo não é? O que a presença de um irmão mais velho não faz.
Porém, um dia desses, ele usou a vassoura como cavalinho! Alguém lembra dos cavalinhos de pau que a gente brincava? Vou desabafar: tomei um baita susto. Logo fiquei imaginando da onde ele havia tirado essa ideia, já que ele não vê ninguém brincando assim. E também lembrei-me das minhas brincadeiras simples, sem televisão e eletrônicos. Intrigada ainda fui ler pra tentar entender a fase que ele está. Achei alguns textos, mas o que explicou melhor, ao meu ver, foi esse artigo.
 
Para uma criança muito pequena os objetos têm força motivadora, determinando o curso de sua ação, já na situação de brinquedo os objetos perdem essa força motivadora e a criança, quando vê o objeto, consegue agir de forma diferente em relação ao que vê, pois ocorre uma diferenciação entre os campos do significado e da visão, e o pensamento que antes era determinado pelos objetos do exterior, passa a ser determinado pelas ideias. A criança pode, por exemplo, utilizar um palito de madeira como uma seringa, folhas de árvore como dinheiro, enfim, ela pode utilizar diversos materiais que venham a representar uma outra realidade.
 
Fonte: scelisul.com.br
 
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